O BRASIL PERDE MUITO SOBRE SEU PASSADO EM DIZER QUE PODEMOS TER AS ESCOLAS PÚBLICAS POR SINAL, SEM OS ESTUDOS DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA. 

Como alunos que tem interesse em áreas complexas em vestibulares poderão concorrer com outros por estes ter estudado em escolas particulares, já que, esses não abrirão mão de um ensino completo. Parece que no Brasil existe um vício em lutas internas contra o desenvolvimento de seu próprio povo, uma mão misteriosa não como a de Adam Smith que para o bem do desenvolvimento em todas as áreas, mas como uma mão misteriosa contra certa população que parece assim ser subjugada como força de trabalho serviçal a qual não pode ser livre no sentido intelectual, no que dá a parecer essa população ter que somente pertencer à força serviçal e nada mais. Quando a população cresce essa se funde, vai-se se fundindo  todas as classes internas e se o intelectual é menosprezado, logo o empobrecimento da mesma aumenta, já que essa fusão, não pôde ser acompanhada, puxando assim uma apatia de conhecimento intelectual e consequentemente um povo que sem um dia o não despertar de o querer conhecer sua identidade e apenas ser subjugado.  

É difícil entender que quando o Brasil começa a ter sua população mais pobre com acesso ao ensino acadêmico, começa também a decadência de os alunos das escolas públicas correr o risco de não terem as disciplinas de história e geografia, a história no currículo escolar. Para os alunos pode até ser uma boa, pois estão tendo a possibilidade de estudar matérias que talvez não vá usar os conteúdos no futuro, más por outro lado, por que esses alunos não podem conhecer sua história; talvez porque ideias sobre novas descobertas historiográficas, as micros histórias em que eleva o conhecimento em sala de aula e contam as mesmas como que se tem que contar sobre o rico conhecimento dessas matérias, assim como novos pesquisadores entraram em ação trazendo as verdades em histórica e geografia brasileira a qual antes contada de um jeito a agradar gregos e troianos ou a história e geografia não tem tanta importância como ensino, assim como conhecer nossa história ou nossa identidade não significa nada. 

 Porque muito dos alunos de escolas públicas tem que engolir esse engodo por assim não saberem o que se passa com essas mudanças, já que é primordial conhecer a história e geografia da terra em que se vive, assim conhecendo também as diferenças e pluralidades de sua nação.

A quem interessa essas mudanças, será que nesse país sempre por algum motivo os mais pobres não podem ter conhecimento ou mesmo crescer, não podem ser cidadão e sempre que algo os ajuda logo tem as imposições para que esses não se desponte o que se dá também em um país arcaico em que o coronelismo social ainda mantém com grandes correntes, correntes que tentam amarrar o conhecimento os deixando privados não só a nação do crescimento cultural quanto econômico. 

Porque os menos privilegiados no Brasil sempre estão na berlinda, isso nos mostra um país digno de ser considerado abaixo do terceiro mundo em que certas atitudes dentro do mesmo sempre estão pisando na cabeça de outros, pisando assim na nação para que não saia desse patamar Terceiro Mundo. 

Texto escrito em 12/03/2017 - Atualizado em 17/03/2017

 

                                  --------------Messias Albino--------------

 

Estamos vivendo grandes transformações no mundo, o que dizer quanto a isso.

Estamos vivendo grandes transformações no mundo, o que dizer quanto a isso.  
Estamos vivendo transformações muito significativas no mundo, dias em que se pode dizer de grandes mudanças no sentido de humanização, mas uma     humanização democrática, já que, com as transformações no modelo de produções e consumos estão cada vez mais afetando todo um contexto que ao ver se dá em parâmetros lógicos de como sustentar esse conglomerado de produtores e ao mesmo tempo, como esses que dependem dos consumidores, poderão se ver no futuro crescimento. Uma linha tênue que coloca em cheque esse afunilamento futuro.
As transformações que desde muito tempo vem acontecendo no mundo, sempre foram benéficas para uns e outros, pois eram feitas no sentido de engrossamento de compreender as necessidades de trabalhadores e crescimento de modernização e tecnologias dos países, fossem do Primeiro ou terceiro mundo, coisa que ao passar do tempo entre várias globalizações ao que parece, não é mais o significante crescimento de países, mas sim de conglomerados que não sendo monopólio de certo produto, empresas que detém um pequeno número de indústrias. De certo modo cerceiam consumidores.
Ao ver parece que na medida em que os grandes conglomerados de produtores mundiais crescem, os trabalhadores pagam a conta com desemprego, fome e falta de infla-estrutura em seus países, coisa que, com a disputa de ser mais bilionário que o outro, esses produtores buscam modernizar suas fábricas conquistadas muitas vezes de falidos, robotizando, cortando números de trabalhadores que ficam desempregados, muitas vezes não mais retornará mais funcionários na função de que o ex-funcionário exercia por motivo de não existir mais a função.
A função que não existe mais, é um consumidor que talvez mais tarde passa a consumir menos, isso depois de passar por um crivo de desemprego e vencer, coisa que nem todos conseguem voltar novamente na mesma função quando encontra outro emprego, passa agora a ser um investidor de menos potencial no mercado consumidor, que agora passa a consumir muitas vezes até menos o que ele colaborava a produzir dentro de uma empresa onde tinha seu salário compatível na medida do possível a seus gastos.
Percebemos assim, como não há de se notar que, na medida em que essas disputas por quem vai ser mais bilionário no dia de amanhã, existe no “patamar” abaixo, empresários e consumidores que ao médio ou longo tempo estão sumindo, desaparecendo e com eles as estruturas de lastros de diversos países que com a ilusão de crescimento apoiam esse enfraquecimento de consumo democrático. Democrático no sentido de permitir o cerceamento de consumidores que sem opção de consumo tem que fomentar esse sistema sem perceber que o que esta acontecendo.
Como imã que atraem as pequenas ou grandes porções de materiais ferrosos, assim funcionam também esses grandes conglomerados que para consumir o mercado de consumidores que muitas vezes do terceiro mundo onde a mão de obra é mais vulnerável, pois ao passo que tem um “exército de desempregados” (Karl Mark 1818-1883), produzem com robotização a um valor mais baixo, já que não houve muita interferência de mão de obra do trabalhador, não se importando com quem deixara de produzir ou não, muito menos na qualidade de vida destes trabalhadores.
Aos poucos começam a aparecer as profissões do futuro, mas profissões que são obrigadas a aparecer e por ter um “exército de trabalhadores”desempregados, surgem também o velho ditado, “trabalhadores sem qualificação profissional”, assim como no filme: Um ato de coragem em que o autor Dayse Washington a procura de emprego e suas decepções sobre as respostas em que se remetiam sempre as mesmas, qualificações, mas seus mais que vinte anos de trabalhos  na função não valiam mais nada. Isso nos remete que esse exército de desempregados tem suas hierarquias.
Como uma máquina extrusora, reciclam os trabalhadores, uma democracia do trabalho que na verdade esta sub-colocando o trabalhador usado para um nível de patamar abaixo de os semi-usados em que agora por mais que lutarem terão que buscar qualificações, assim como, estudos e treinamentos, muitas vezes conseguindo voltar ao mercado de trabalho, coisa que nem todos tem a mesma sorte, pois não tiveram como estudar e se aperfeiçoar antes de seus empregos, e depois de passarem longos anos dentro de um emprego não estão preparados para enfrentar a nova realidade.
Na medida em que esse "exército de desempregado" se engrossa, aqueles que têm mais possibilidade de ajuda de outros mais próximo que os amparam. Muitas vezes esse sentido de compreensão de parentes, muitas vezes os ajudam a se recolocarem no mercado de trabalho novamente, agora mais atualizado, mais burocratizado, muitas vezes até mais elitizados, com conhecimentos muito mais arrojados que antes, mas enquanto uns conseguem um emprego melhor que antes, outros desde último perfil, têm que se contentar com um custo de vida inferior ao antes do desemprego.
Nascem também muitas empresas nesse último perfil, mas nem todas vingam, pois dependem muito de estruturas familiares e a colocação no mercado acirrado é grande, é como um grande rio em que o “berçário” vigiado pelos grandes predadores da mesma espécie que, vigiam constantemente a engorda, pois um dia terá que passar para o outro lado mais fundo do rio e assim terá que se sustentar e ter jogo de cintura entre os peixe maiores terá que ser liso para escapar de ser engolido e se tornar presa dos maiores. Muitos conseguem essa façanha.
Existem muitas empresas que são esquecidas, enquanto são elas em que se faz o lastro de uma nação, empresas que dão os verdadeiros empregos aos que não mais serão reaproveitados pelos grandes conglomerados dos bilionários, são essas empresas em que os governantes deveriam olhar melhor, deixar de ver a população ser desgastadas como pano de chão em que usam e reusam até que quando apodrecido, se rasgando continua a o usar ate que o jogue fora. O mundo precisa de uma democracia voltada a acomodar as arestas de seu povo.
Conforme esses grandes conglomerados crescerem desorganizada mente no mundo e os governantes não se aperceberem que estão caminhados para um funil sem volta, já que, pode um dia não ter como formar lastros de mercados emergentes  internos, pois a partir do momento em que a população fica mais empobrecida com o sentido e ilusão de melhora, essa mesma ilusão pode deixar inerte o sentido de progresso, enquanto as arestas crescem no sentido de qualidade real de vida, assim como, junto com ela a falta de saúde e violência.
A economia mundial esta começando a ser direcionada a poucos, e esses poucos estão desestruturando o mercado com suas concorrências de comprar empresas e criarem esse cerceamento aos consumidores mundiais, até mesmo os países que atualmente lideram neste quesito empresarial pode sofrer a médio ou longo tempo, visto que, o mundo pode se tornar em um grande quintal sugado, estagnado e comandado por poucos que dão as cartas e o submundo que pode ser o terceiro mundo no dia de amanhã obedecendo, já que, até o que comanda hoje, pode ser comandado amanhã.
Já houve uma grande crise mundial em 1929, que por falta de uma democracia voltada ao mercado externo mundial deu o que deu. O mundo todo entrou em uma grande depressão. Essa em que se passou em 1929, crise financeira. Se o mundo não começar a pensar logo em uma política externa voltada ao mercado produtor e consumidor, logo não terá tantos consumidores a consumir os produtos produzidos, visto que na medida em que surge mais robotização, menos o mercado fica com à receita rotativa e assim menos trabalhadores, menos salários altos, menos nichos, salários baixos e muitos desempregos.

Texto escrito em 27/06/2017
                                                          --------------Messias Albino-------------

 

 

 

EM 2013, JOÃO DÓRIA APOIA GREVE GERAL CONTRA DILMA. AGORA EM 2017, CHAMA GREVISTAS DE VAGABUNDOS E PREGUIÇOSOS. O JOGO POLÍTICO CONTINUA

Parece que o povo não elege e sim o partido, já que alguma coisa dá nos, a entender que o povo passa ser apenas peça de um tabuleiro de xadrez, as quais, manipuladas de acordo com o interesse dos jogadores. Esses tem o resultado esperado, ou então fazem outras jogadas e sucessivamente até que derrube as peças que estão em seu caminho. A falta de leis, criam uma "nebulosidade estranha". É muito importante ter o remanejamento do pessoal de rua, sim, mas com cuidado, levando tratamentos de saúde aos mesmos, recuperação, não os tratando como lixo humano. Deixam o "abacaxi", nas mãos dos policiais, que arriscam as vidas a "enxugar gelo", pelo que muitos entram em "neurose", falando assim a grosso modo, e as falhas acontecem. Uma realidade mais que visível. A quem interessa essa situação.
A política brasileira claramente como um livro aberto, esses detalhes parecem começar estar mais aparente a cada dia que passa. Ainda existem quem é de posição pessoal, defendendo partidos. O que temos que apoiar é um país melhor, indiferente de partido. Todos, tem os bons e ruins talvez, com o poder em mãos nem todos suportam essa carga e se a índole não for boa pior. Não é o caso do Prefeito de São Paulo que, de uma índole boa mas, alguma coisa pode não estar certa. Boa coisa é o povo estar tendo mais voz na política brasileira.
Surpreendentemente o povo que apoiado em 2013 e também participando na linha de frente, o então, atual Prefeito de São Paulo, onde a greve geral, era contra Dilma, Presidenta deposta mais tarde. Nesta greve geral de 2017, muda de tom, ou seja, agora os grevistas são vagabundos e preguiçosos.
O "jogo político" continua http://www.diariodocentrodomundo.com.br/greve-geral-doria-ve-da-janela-do-palacio-o-fogo-das-manifestacoes-que-tentou-evitar-por-joaquim-de-carvalho. Percebemos não temos em quem dizer alguma coisa de bom, a não ser, pensar positivo, que apareça alguém de pulso que fale a favor dos trabalhadores.
Isso nos dá a entender que, o povo não passa de uma massa de manobra política. Fica até difícil entender quem esta pensando em algo bom para o país, coloca a mentalidade do povo no sentido de melhoria em xeque. Xeque sim de se sentir não representado pelos que, parecem representa-los.

Brasil 2017
Isso remete o país,
como uma embarcação a deriva que:
Navega ao sabor dos ventos.

Sendo todos,
sem direção,
sempre buscando portos.

Incertos entre uns e outros,
incertos em seus paradeiros,
inconstantes em seus olhares,

Pois as brisas,
posições nebulosas,
pois já não os deixam,
para que os tripulantes enxerguem,
percalços e todas as gravidades,
passos do destino inserto que:

talvez,
os esperam,
se um capitão de verdade não assumir o leme.

Escrito em 01 de maio de 2017. Dia do trabalho.


-------------Messias Albino-------------

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